você sabia que as letras cantam?

Antes de começar, um segredo para o leitor:

No instante anterior ao toque do lápis no papel, antes mesmo de o caderno existir, antes de você descobrir que as palavras podiam morar numa página, a escrita já vivia no ar.

Este é o livro do tempo em que Adélia percebeu que as letras não são desenhos mudos. Elas têm som. Elas respiram. São sons que um dia decidiram descansar no papel.

E para acordá-las, não é preciso força. Basta ouvir com atenção e deixar o coração quieto.

não é um romance que se lê de uma só vez

Letra por letra, som por som, Adélia descobriu que aqueles símbolos poderiam capturar o mundo.

"Adélia e Eu" começa a nascer em Drops ~ episódios semanais que chegam sem pressa, como o vento que penteia os eucaliptos no alto da colina.

Cada Drops é um instante compartilhado: uma frase que respira, um segredo guardado entre as letras, um pedaço de mundo onde "Adélia e Eu" ~ aquela figura que habita as palavras ~ esperam por você.
Este não é um romance que se lê de uma só vez.
É um que se vive aos poucos. Como quem descobre, dia após dia, que as coisas simples guardam a maior magia.
Venha sentar conosco. Não precisa entender tudo agora.
Só precisa ficar um instante ~ e deixar que as palavras façam morada em você, assim como fizeram com Adélia.

Toda Semana um Novo Capítulo

Adélia e Eu não é só uma história ~ é um lugar.

Você já reparou que algumas estórias começam muito antes da primeira página? Adélia mora onde o vento penteia os eucaliptos e o silêncio faz companhia. Hoje, o convite é simples: pare um instante, sente-se conosco e aprenda a olhar o mundo duas vezes. Vamos começar
Há lugares onde o vento é o precursor de todas as notícias, e onde meninas que aprendem a ler a vida antes das palavras. Assim começou, quando as letras ainda eram "sementes" de madeira sobre a mesa. No alto de sua colina, Adélia descobriria que tudo o que escrevia ecoava nas páginas de um livro esquecido.
Qual é o som do riacho? E o suspiro da pitangueira? Um ponto final nem sempre encerra uma estória; às vezes, ele desperta alguém. Adélia descobriu que as letras não servem apenas para escrever, elas servem para ouvir. Quem é essa voz que surge entre as linhas? Venha descobrir o mistério que mora no caderno.